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Afinal, qual a relação entre alienígenas e biologia?

por Fausto Mendes Camilo

Bem, essa questão tem um sentido um tanto quanto amplo, haja vista que ET's, UFO's, OVNI's, entre outros, estão presentes em nosso cotidiano, nos provocando ansiedade, medo, curiosidade e confusão de significados.

Quando estudei a disciplina Ecologia, em todos os ramos (geral, aplicada, vegetal e animal), não encontrei nenhum tipo de relação ecológica onde houvesse harmonia natural do ser humano com o nosso planeta. Aliás, nós somos o único tipo de ser vivo que precisa transformar a natureza para manter nossa vida, construindo edificações, pavimentando estradas, poluindo e, cada vez mais, produzindo lixo.

O "pai da matéria", Charles Darwin, acreditou que viemos de uma evolução de certos mamíferos que originaram tanto os humanos quanto os outros primatas. Faria sentido se houvessem fósseis que comprovassem todas as modificações estruturais dessa evolução, como acontece com todos os outros seres vivos. Existem seres vivos que ainda sobrevivem em nosso planeta e que são uma verdadeira prova da evolução das espécies, como é o caso dos anfíbios (sapos, rãs, salamandras e pererecas) que, na fase larval são muito semelhantes aos peixes e, na fase adulta, tornam-se seres terrestres, comprovando ser o "elo" da evolução entre os peixes e os répteis, assim como tantos outros seres vivos que eu poderia estar enumerando aqui, mas não é o caso.

Existe um documentário que tem por nome uma pergunta: Eram os Deuses astronautas? Este documentário foi feito na década de 70 e existe em duas versões: VHS e livro. A que eu conheço é a versão em vídeo, e que me trouxe muitas dúvidas e questões sobre o surgimento dos humanos no planeta. Assisti a esse vídeo em 1994, quando cursava o 1° ano do curso superior de Biologia. Nos anos de 1991 a 1993, eu freqüentei a Igreja Católica na pequena cidade de Cedral (interior do estado de São Paulo, a 16 quilômetros de distância de São José do Rio Preto, sentido Capital, na rodovia Washington Luís) onde fui criado dos 10 aos 24 anos de idade e que, por sinal, morei todo esse tempo defronte à Igreja. Participei de um Curso de Liderança Cristã (CLC como é chamado) e, a partir daí, ingressei no grupo de jovens daquela paróquia. Foram tempos bons, mas as dúvidas que pairavam sobre certos preceitos daquela religião, acabaram por me afastar dela, pois ninguém soube responder a algumas perguntas que mencionei em reuniões e que cito agora:

Onde são mencionados os dinossauros na Bíblia? Como hoje existe essa imensa diversidade de raças se todos somos descendentes de apenas um casal (Adão e Eva)? Isso não apuraria a raça? Como Jesus subiu aos céus em corpo e alma? Qual o significado da Santíssima Trindade (Pai, filho e espírito santo) se os três são uma coisa só? Por que não existe reencarnação? Será que seria justo um humano nascer, sofrer uma paralisia cerebral e ficar condenado a viver como um vegetal, sem chance de outra vida, apenas por que é a vontade de Deus? Teria Deus essa "vontade" de prejudicar seus filhos? Por que mascarar o erro dos humanos de terem crucificado Jesus, dizendo que essa brutalidade aconteceu para livrar-nos de nossos pecados? Não faz sentido algum! O que, realmente, é o tal pecado? Por que batizar uma criança, tão pura e inocente, tendo que pagar para isso a uma pessoa tão imperfeita quanto nós? Pagar para abençoar? Que raios de bênção é essa, então? Até onde ter filhos com minha esposa é pecado? Contar tudo o que eu faço com ela a um estranho, como o Padre, é correto? Para quê? Um dos piores paradoxos da Igreja é o da punição dos pecados, obrigando os fiéis a rezarem infinitos "Pai Nosso" e "Ave Maria"! Ora, se essas orações são para elevar o pensamento a Deus e trazer paz e alegria aos corações, como podem ser usadas como castigo? Você, que está lendo esse documento, quantas vezes prestou atenção em cada palavra dita durante as orações que faz diariamente? Quantas vezes as disse, de coração, sem pensar em outra coisa? Essas orações ficam automáticas e nem percebemos o que estamos dizendo. Isso não é pecado?

Essas e milhares de outras dúvidas pairavam sobre a minha cabeça quando eu, conversando com o Marcelo, um amigo de infância que segue a doutrina espírita de Allan Kardec, resolvi elaborar uma teoria com ele e acabamos por misturar tudo em uma salada que ainda não demos nome, mas já deu muito "pano pra manga".

Ele também participou do grupo de jovens comigo, mas nós não conseguíamos aceitar o costume dos católicos, que não acham respostas, de jogarem tudo nas costas de Deus. Assim é fácil encontrar respostas! Tudo o que se questiona é atribuído a Deus. Chamo isso de preguiça intelectual.

Não estou aqui para contestar quaisquer freqüentadores da igreja católica, nem tampouco a Igreja ou outra instituição em si, mas mostro o meu ponto de vista diante do que levo como experiência de vida, pois não sou obrigado a acreditar ou aceitar nada!

Por isso, e por outros motivos, resolvemos elaborar nossa teoria a qual será exposta num outro artigo que será publicado na próxima edição deste site.

Quero salientar também que minha intenção não é converter ninguém ou sequer alterar sua fé, crença ou religião. Só quero exercer minha liberdade de expressão.

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